Imagina estar no meio da poeira sufocante, com 50°C de calor infernal, correndo atrás de carros voando a 180 km/h em dunas gigantes na Arábia Saudita. Isso é o Rally Dakar, o maior desafio off-road do planeta, e quem roubou a cena não foram só os pilotos – mas os fotógrafos brasileiros transformando o caos em arte premiada!
Óbvio que eu tô vibrando: Marcos Carmona, da agência Fotop (parceira do Sertões Petrobras), faturou o Troféu Émilie Poucan 2026, o Oscar da fotografia no Dakar! Essa é a quinta vitória de um Fotop na premiação mais tradicional do rally raid mundial. A foto dele? Uma obra-prima que congela a adrenalina pura, provando que o Brasil não compete – a gente domina.

Mas o time é um timaço! Tem Marcelo Maragni, o mago da Red Bull, mestre em cliques técnicos e artísticos que misturam velocidade com emoção. E que tal Victoria Kimie, a primeira fotógrafa brasileira dentro de uma equipe oficial do Dakar em 2026? Ela e o esquadrão da Fotop – Victor Eleutério, Vinícius Branca, Duda Bairros, Marcelo Machado de Melo, Vandrei Stephani, Rodrigo Barreto, Magnus Torquato, Cristiano Barni e Joan Galvan – mandaram ver nos desertos sauditas.

Por que isso é revolucionário? Fotografar o Dakar não é hobby – é guerra. Exige resistência física insana, equipamentos à prova de poeira, calor extremo e decisões em frações de segundo. É como ser piloto, jornalista e artista ao mesmo tempo. Esses pros mostram que o Brasil exporta não só competidores, mas visões únicas que inspiram o mundo.